Indie encontra-se com o clássico

Olá queridos e queridas!

Espero que o final de semana tenha sido ótimo e agora esteja cheio de energia para mais uma semana com muitas coisas para acontecer!

Antes de começar os trabalhos, quero falar que essa semana estamos com novidades!!

Primeiramente, temos uma nova blogueira no time, a Bianca, que aceito se unir a nós trazendo mais um diferencial musical para o Música, por favor!

E nesse final de semana estreiamos uma nova página que é a “Por aí” aonde vocês, nossos queridos leitores, vão encontrar novidades e assuntos diferenciados que anda rolando no mundo da música!!

Agora vamos ao que interessa:

Essa semana vamos trazer para vocês umas sonzeiras conceituais que temos guardados!

O termo já diz, sao sonzeiras que tem todo um conceito por trás da elaboração seja do CD, da música, ou qualquer que seja o projeto.

E dentro de todos os sons que eu tenho nesta pasta, escolhi um CD colaborativo entre a banda já mencionada aqui ,Deerhoof, e o coletivo de música clássica Ensemble Dal Niente, que já é insusitado por si só pela mistura entre Rock e música clássica e que tem como ponto em comum o compositor Marcos Balter,que , como disse o site MonkeyBuzz, fez com que dois universos ao se entreolharem acabaram por enriquecer sua própria existência!

Apesar de não gostar mutio de ficar citando, acho que desta vez não tem como descrever o de outro jeito:

As lógicas em Balter / Saunier estão invertidas, como se este exibisse, de fato, uma orquestra que olha para uma banda de Rock e, em seguida, o seu inverso. A primeira metade do trabalho concentra-se na música meltDown Upshot, composta por Balter. Neste momento, a composição, preenchida de partículas sonoras etéreas, avança por sete movimentos, que estão divididos em faixas separadas de acordo com a lógica de um álbum de Rock. O interlúdio, como dissemos, é a misteriosa e dissonante Pois que nada dure, ou que durando. O terceiro momento, Deerhoof Chamber Variations, por sua vez, traz algumas melodias de Deerhoof re-arranjadas pelo baterista Greg Saunier, que transforma várias células de músicas da banda, agora como se fossem uma única sinfonia (fonte: Monkeybuzz)

Então, sem mais deixo o CD aqui para vocês e depois compartilhem o que acharam deste álbum tão bem elaborado!!!

Eu, pelo menos, gostei muito! Ja sou muit ã de Deerhoof e fico muito feliz com a galera que se auto-produz. E esse álbum colaborativo não foi diferente e achei o resultado extremamente interessante!

Indico para quem curte uns ons meio estranhamos com pegadas de jazz sem deixar de lado os riffs do rock e toque especial da música clássica!

 

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