Peculiaridade = Morphine

Às vezes, você precisa de um empurrãozinho, uma desculpa, para redescobrir certos artistas. Foi o que aconteceu aqui em casa dia desses: depois de eu ver “Cure for Pain – The Mark Sandman Story”, documentário sobre a vida de Sandman (1952-1999), líder do grupo Morphine, tirei o CD da estante e passei os últimos dias lembrando como era boa aquela banda.

O Morphine era uma banda peculiar entre vários aspectos, um trio formado por Mark Sandman (vocal/baixo), Dana Colley (saxofone barítono/tenor) e, a partir do disco aqui resenhado, Billy Conway (bateria e percussão). Anteriormente, o lugar de Conway era ocupado por Jerome Dupree.

morphine live

Um super mega trio sem guitarra já é algo diferente. Lembrando ao fato de que Sandman tocar um baixo de duas cordas com um slide ( aquele acessório muito usado por guitarristas de blues), e Colley as vezes ou principalmente tocar dois saxofones ao mesmo tempo.

O fim da vida de Sandman não é segredo: em 3 de julho de 1999, ele sofreu uma parada cardíaca em cima do palco, na pequena cidade italiana de Palestrina, e morreu. Sua morte acabou com a carreira do Morphine, que estava no auge do sucesso indie.

O estilo e a banda em si combina perfeitamente com o nome dado a ela, tem um je ne sais quoi de chapante em Morphine.

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